segunda-feira, 21 de março de 2011

Atlas - Oniric Mythology


O fardo anual de Atlas, é algo que Sísifo deu, são 365 indas e vindas, adubando e colhendo.

domingo, 13 de março de 2011

Disarmonique - Experiência Musical dos Sem Terra

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Pastor Priest Melvins

Pastores Melvins cantam "Skeeter" do disco "King Buzzo".

domingo, 19 de setembro de 2010

Sonhos TV


Amy Casa do Vinho vai ao psicanalista representando uma deidade midiática.


terça-feira, 14 de setembro de 2010

Sinais de Vida no Hiperespaço Galático



No hiperespaço, sinais de vida inteligente vindos da Via Láctea, trazem hedonismo e curiosidade.

OU não

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Canção do Macaco

Seo moço e dona moça, etnocentrismos à parte, deve ser muito divertido participar dessa "congada" balinesa, com essa coreografia expressiva e dinâmica música.

Ou ao menos não deve ser pior que um show lotado de pagode ou similar.



Em tempo, esse vídeo é um trecho do documentário "Baraka".

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Trilha sonora de "A Origem" é inspirada em música de Edith Piaf

"Toda a trilha sonora do novo filme de Leonardo DiCaprio, "A Origem", é baseada em uma única música de Edith Piaf, revela o compositor da trilha, Hans Zimmer.

A faixa que serviu de inspiração a Zimmer foi o clássico "Non, Je Ne Regrette Rien", que é usada em sua versão original no filme.

Para o restante da trilha, o compositor contou ao jornal "New York Times" ter manipulado um pequeno trecho da música que ele compara a um pedaço do seu DNA. "Todas as músicas da trilha sonora são subdivisões e multiplicações desse trecho", explica.

O filme, dirigido por Christopher Nolan, estreia no Brasil no dia 06 de agosto."

Filei da Folha!

Uau, se isso for o que eu estou pensando pode ser uma experiência musical muito interessante, talvez até abrindo um precedente para música popular que trabalha com bricolagem, ter lá o seu reconhecimento e outros apupos .


Eu suponho que o Zimmer deve ter pegado vários trechos da mesma música, que se associavam a um determinado tipo de necessidade ( tensão, repouso afetivo, alegria e tal) e manipulado as amostras da música piafiana para se adequar a essas necessidades.

Elucubrações à parte, fico eu na expectativa.

Uma póseditadazinha básica:

O vídeo a seguir, demonstra a comparação entre a música original da Piaf, com a versão slowmotion usada por Zimmer: